segunda-feira, 17 de junho de 2024

STJ declara que salários ou outras formas de remuneração não podem ser penhoradas para pagamento de honorários advocatícios.

 

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o pagamento de honorários advocatícios não configura prestação alimentícia para fins de penhora de verbas remuneratórias da parte vencida no processo, conforme julgamento dos recursos especiais nº 1.954.380/SP (2021/0246410-5) e nº 1.954.382/SP (2021/0246455-8), ocorrido no último dia 05 de junho.

quarta-feira, 12 de junho de 2024

A Cobertura de Medicamentos Oncológicos pelos Planos de Saúde: obrigatoriedade ou não?

 

 Receber um diagnóstico de câncer é um momento desafiador e angustiante para qualquer paciente. Além das preocupações com a saúde, surgem incertezas sobre os custos e a viabilidade do tratamento, especialmente quanto aos planos de saúde. Estes desempenham um papel crucial no acesso a tratamentos adequados e eficazes, mas muitas vezes os pacientes enfrentam negativas injustas de cobertura para alguns medicamentos essenciais.

 

terça-feira, 11 de junho de 2024

Seguro por invalidez permanente: É justa a exigência de perda da autonomia pelo segurado?

 

Em relação a seguros por invalidez fornecidos pela empresa, ou seja, coletivos as demandas no judiciário devem ter por base a distinção entre Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD) e Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD).

Para compreender a questão abordada, é fundamental observar o precedente estabelecido pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no REsp 1.845.943, sob a sistemática dos recursos repetitivos. Nesse julgamento, foi definido que não é abusiva a cláusula de contrato de seguro de vida que prevê cobertura para invalidez permanente por doença apenas na hipótese de perda total da autonomia do segurado.

terça-feira, 5 de março de 2024

Registro de Óbito: Conheça seus Direitos e Prazos Legais.

No ciclo da vida, lidar com a partida de um ente querido é uma experiência desafiadora. No entanto, além do aspecto emocional, existem procedimentos legais que precisam ser seguidos, incluindo o registro de óbito. Apesar da obrigatoriedade estabelecida pela Lei de Registros Públicos, muitas famílias acabam adiando ou até mesmo deixando de lado esse importante passo, seja devido ao luto ou à distância dos grandes centros urbanos. Neste artigo, exploraremos os prazos estabelecidos por lei, as implicações do registro tardio e a importância de garantir esse documento para proteger os direitos dos familiares e dependentes.

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Desvendando a Litigância de má-fé no Código de Processo Civil.

 

Litigância de má-fé
 Você já se deparou com o termo "litigância de má-fé" no contexto jurídico? Se não, não se preocupe. Este artigo pretende desvendar esse conceito essencial e destacar por que compreendê-lo é crucial. A litigância de má-fé pode não apenas distorcer a justiça, mas também minar a integridade do processo legal. Vamos explorar mais a fundo esse tema e entender suas implicações.

Ao adentrar o mundo dos processos legais, é comum nos depararmos com situações em que duas partes têm visões opostas sobre uma questão específica. Essas divergências são levadas ao sistema judicial em busca de uma resolução justa e equitativa. Contudo, é crucial compreender que o processo legal não é uma arena onde tudo é permitido. As partes envolvidas, assim como seus advogados, têm um conjunto de responsabilidades éticas fundamentadas nos princípios da boa fé e da lealdade processual.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

A Prisão do Devedor de Pensão Alimentícia: Uma Análise Jurídica

 

A prisão do devedor de pensão alimentícia é um tema que desperta discussões acaloradas e levanta questões complexas no âmbito jurídico e social. A obrigação de prover alimentos é um dever fundamental, consagrado tanto na legislação nacional quanto em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. No entanto, a efetividade desse direito muitas vezes esbarra na inadimplência por parte dos responsáveis, o que gera consequências severas para os alimentandos e levanta debates sobre a eficácia e a humanidade desse meio coercitivo.

Regime de bens para quem casa depois dos 70 anos: STF decide que a escolha pode ser livre.

 O STF decidiu que o idoso maior de 70 anos vai poder escolher o regime de bens no casamento e na união estável. Não perca!



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